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Raio mata pessoas da mesma família em Praia Grande (SP)

Tragédia em Praia Grande é a segunda maior da história.
As quatro mortes, em Praia Grande, devidas a um raio, no final de 2014, são a segunda maior tragédia provocada diretamente por um raio na história do Brasil. Na década de 1930, um raio provocou a morte de seis pessoas em Santos. A tragédia sensibilizou as pessoas e causou preocupação nos banhistas.
Os temporais de verão continuam castigando com força São Paulo e provocaram uma tragédia. Um raio matou cinco pessoas da mesma família que se protegia da chuva com um guarda-sol em Praia Grande, no litoral paulista. Entre os mortos, está uma grávida de cinco meses.
As imagens gravadas com um celular mostram o momento em que os guarda-vidas prestavam os primeiros socorros às vítimas ainda na praia. Das oito pessoas atingidas pelo raio, quatro tiveram parada cardiorrespiratória e chegaram a ser levadas para o hospital, mas não resistiram.
Todos eram da mesma família. Kátia Boaretto estava grávida de cinco meses. Ela, o bebê e o marido morreram. A família de turistas da capital veio passar o fim de ano no litoral. No momento da queda do raio, a praia estava cheia de banhistas e fazia sol. O tempo virou de repente.
"Começou a ventania e começou a chover. Todo mundo começou a sair. Aí do nada começou aquele barulho e clareou tudo. Foi muito rápido”, conta a cozinheira Tauanny Silvestre.
Thayane viu quando o raio caiu. "Fez um barulho e pegou no guarda-sol. Aí eles já caíram no chão já. Eles estavam debaixo do guarda-sol, estavam todos juntos", lembra a comerciante Thayane Marilia Rafael.
Outras quatro pessoas ficaram feridas, mas apenas uma continua internada em estado grave no Hospital de Praia Grande.
Dona Lúcia Helena estava com o grupo atingido pelo raio, mas escapou sem ferimentos. "Na hora em que elas foram enxaguar a mão no mar, aí caiu o raio.
E quatro pessoas que estavam juntas bem perto, e uma senhora que estava trabalhando, o raio pegou", afirma a aposentada Lúcia Helena de Andrade.
Ficar na praia com chuva não é problema, mas os banhistas devem sair da areia assim que começarem a ouvir os trovões. No caso de Praia Grande, foi o guarda-sol que atraiu o raio e a descarga elétrica acabou atingindo as pessoas que estavam se abrigando da chuva.
CAPITAL PAULISTA
Depois de uma madrugada de tempestades, voltou a chover na segunda-feira (29) em São Paulo. Fim de tarde na capital paulista, mais um dia de chuva forte e enchente para os moradores do Jardim Pantanal, na zona leste da cidade.
Durante toda a segunda-feira (29), os efeitos do temporal da madrugada ainda foram sentidos com muitas áreas sem energia elétrica, semáforos desligados e a circulação de trens, em um trecho com nove estações, ficou interrompida das 4h da madrugada às 14h.
O balanço oficial foi de 274 árvores derrubadas. Uma rua comercial importante, na zona sul da cidade, passou o dia e entrou pela noite com o trânsito em um quarteirão. Uma árvore caiu, bloqueou a entrada de um restaurante e de uma academia, que não dá para ver, mas existe, ali atrás e a própria rua.
A árvore derrubou fios de eletricidade que até a noite continuavam energizados, à espera do desligamento, como nos informou os funcionários de uma empresa terceirizada próximo do local.
Prazo certo para a retirada desta e de muitas outras árvores que seguem caídas pela cidade, moradores tem tido dificuldades em obter. Como acontece em uma rua, também na Zona Sul, que, ainda por cima, segue à luz de velas.
"Você fica perdido com a sua geladeira cheia de alimentos. Porque você veio de uma festa, agora, de Natal, e se prepara para o Ano Novo. Então, o freezer está lotado e o que eu faço com isso?", conta o aposentado Murilo Miranda.
Em muitos casos, a desobstrução depende de reparos na rede elétrica. Segundo a Prefeitura de São Paulo, das 274 árvores derrubadas, já foi possível remover 102.

Fonte: G1

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