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Mais de 20 cabeças de gado foram atingidas pelo raio (Foto: Divulgação/I7 Notícias)

Pela terceira vez em três anos raios causaram prejuízos para o pecuarista Paulo Roberto Gomes. Dessa vez, 24 cabeças de gado morreram após um raio atingir uma árvore que fica no pasto em Paraguaçu Paulista (SP). O prejuízo foi de quase R$ 50 mil. Paulo já até pensou em colocar para-raios. “Eu pensei, mas desisti depois que descobri que o alcance do aparelho é muito pequeno”, conta.

Após a morte do gado buscou orientação na vigilância sanitária sobre os animais mortos e recebeu a informação que a carne não poderia ser aproveitada. “Era fazer um aterro e enterrar os animais e foi o que fizemos”, conta.

Risco dos raios
Segundo os meteorologistas os raios caem com maior frequência em locais abertos como as praias ou o campo. Quando chove, naturalmente as pessoas buscam se proteger em locais como os quiosques ou árvores, mas isso é um erro que pode custar a vida. “Um caso de tempestade procure ficar em casa e se não foi possível procurar um carro ou um prédio e procurar evitar esses locais de risco”, orienta o meteorologista Thiago Ferreira.

Dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostram que este ano 99 pessoas morreram vítimas de raio no país. O Brasil é o país como maior incidência de raios no mundo: são 50 milhões de raios por ano.

Fonte: G1

Publicado em Notícias
Quarta, 09 Julho 2014 15:47

A importância dos para-raios

Para-raios é assunto sério. E pouca gente sabe como proteger um prédio contra as descargas atmosféricas, popularmente conhecidas como raios. Até edifícios relativamente novos correm o risco de estarem em desacordo com as normas. Isso porque a instalação de para-raios deve seguir a norma técnica NBR 5419/2001, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O texto já sofreu alterações, a última em 2001, o que torna alguns sistemas de para-raios obsoletos. “A gaiola de Faraday é o método mais indicado para prédios verticais e altos. Já o método de Franklin ou eletrogeométrico pode ser aplicado em prédios mais baixos e horizontais. Mesmo assim, a gaiola ganha em preço, estética e eficiência”, informa Normando Alves, engenheiro civil, eletrotécnico e de segurança e consultor do Procobre – Instituto Brasileiro do Cobre.

A gaiola de Faraday consiste na instalação de cabos horizontais (podem ser de cobre, preferencialmente, ou de aço ou alumínio), em todas as periferias do prédio (como os níveis superiores), e cabos verticais passando nas quinas. “O prédio é todo amarrado: na parte superior e nas fachadas. A função dos cabos laterais é interceptar justamente uma descarga lateral, nas janelas”, explica Alves, completando que é um erro acreditar que um raio só cai na parte superior de um prédio: “Em edifícios acima de 20 metros, há o risco do raio pegar a fachada.” Um raio, se atingir a fachada, pode arrancar pedaços de concreto da alvenaria e causar sérios acidentes, com riscos para os moradores.

Muitas vezes, visando a economia, prédios novos são entregues com para-raios no sistema Franklin, o que significa a colocação de um mastro no topo do prédio e mais dois ou três cabos descendo nos fundos da edificação. “Para proteger um prédio de 20 andares seria preciso um mastro praticamente da mesma altura da construção, o que é inviável de executar. As construtoras, por medida de economia, acabam colocando um mastro de três ou quatro metros, que acaba não protegendo devidamente”, diz Leandro Amatti dos Santos, engenheiro eletrotécnico e proprietário da Amatti Service, empresa que atua na área de para-raios e engenharia elétrica predial.

Outro tipo de para-raio é o radioativo, cuja fabricação e comercialização está proibida desde 1989. Prédios muito antigos que ainda tenham esse tipo de equipamento devem retirá-lo e entregá-lo para os órgãos públicos responsáveis por material radioativo. “É material que pode gerar contaminação se tiver manuseio indevido”, atesta o engenheiro do Procobre.

Manutenção e projeto

Conhecidos os tipos de para-raios, é possível verificar se o seu condomínio está em dia com o assunto. “Uma vez por ano é preciso averiguar as condições do para-raios e emitir um atestado de medição ôhmica do solo, isto é, a capacidade de resistência do solo”, orienta o engenheiro eletricista Rodrigo Costa dos Reis, proprietário da RC Reis, que cuida de para-raios e instalações elétricas. A descarga elétrica recebida pelo para-raios desce do topo do prédio e vai se dissipar no solo: a resistência do solo varia justamente em função da poluição, do material utilizado no aterro e outros fatores. Só um engenheiro eletricista pode registrar essa medição, utilizando um equipamento chamado terrômetro. Ele emite, então, uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e uma das vias fica com o síndico. Em caso de uma fiscalização do Contru, deve-se apresentar esse documento.

Feita a manutenção, é hora de entender o que o para-raios protege. “O maior erro do síndico é acreditar que o para-raios protege tudo o que está no prédio quando, na verdade, ele protege a estrutura e as pessoas”, diz Amatti. Equipamentos eletroeletrônicos (comando de elevadores, interfones, portões eletrônicos, centrais telefônicas etc.) não estão protegidos. “Mesmo uma descarga captada e conduzida para a terra com segurança produz forte interferência eletromagnética, capaz de danificar esses equipamentos”, atesta Alves, do Procobre. Da mesma maneira, os aparelhos dentro de cada apartamento, por estarem ligados na rede elétrica, correm o risco de receber uma tensão elevada, induzida por um raio que caiu mesmo longe do prédio.

Para evitar problemas com os itens eletroeletrônicos, a saída é instalar um sistema completo: além do para-raios, o chamado para-raio de linha ou supressores de linha. “Esses equipamentos são instalados no quadro geral de energia elétrica do prédio, protegendo assim interfones, alarmes, circuitos fechado de TV, cercas elétricas, circuitos dos elevadores, iluminação de emergência, etc.”, explica Amatti. O condômino que tiver interesse pode fazer o mesmo procedimento em seu apartamento.

Mas, para se certificar de que o prédio está bem protegido contra as descargas atmosféricas, o melhor é contratar os serviços de um engenheiro projetista. “Esse profissional vai rastrear e definir o número de descidas necessário e onde elas ficarão, garantindo que o impacto estético do equipamento seja o mínimo possível. Um consultor não necessariamente está ligado a uma empresa. Com o projeto pronto, o síndico pode pedir os orçamentos e decidir qual a empresa escolhida com base nesse estudo”, finaliza Normando Alves, do Procobre.

De onde surgem os raios?

Os raios ocorrem porque as nuvens se carregam eletricamente. É como se houvesse uma grande bateria com um polo ligado na nuvem e outro polo ligado na terra. A “voltagem” desta bateria fica aplicada entre a nuvem e a terra. Se um fio for ligado entre a nuvem e a terra ocorrerá um curto-circuito na bateria e passará uma grande corrente elétrica pelo fio. O raio é este fio que liga a nuvem à terra. Pelo caminho formado pelo raio passa uma corrente elétrica de milhares de ampéres (A). Um raio fraco tem corrente de cerca de 2.000 A, um raio médio de 30.000 A e os raios mais fortes têm correntes de mais de 100.000 A. Apenas como referência, um chuveiro residencial tem cerca de 30 Ampéres.

Apesar das correntes dos raios serem muito elevadas, elas circulam durante um tempo muito curto (geralmente o raio dura menos de um segundo). No mundo todo ocorrem cerca de 360 mil raios por hora (100 raios por segundo). O Brasil é um dos países do mundo onde caem mais raios. Os raios procuram os pontos mais altos, porque são o menor caminho entre a nuvem e a terra. Árvores altas, torres, antenas de televisão, torres de igreja e edifícios são pontos preferidos pelas descargas atmosféricas.

Fonte: Direcional Condomínios

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O morador de rua, identificado como Jaque Douglas (32), foi preso na madrugada desta terça-feira (29), na região central de Porto Velho, quando estava em cima do telhado de uma agencia bancária do Santander tentando furtar os fios de cobre de um para-raios.

A ação do suspeito foi observada por um hóspede de um hotel, que fica próximo do local, que acionou a polícia via 190. Uma guarnição da PM foi ao local e devido ao difícil acesso, teve de acionar uma equipe do Corpo de Bombeiros.

Quando os militares conseguiram prender o acusado, ele informou que tentava roubar os fios para vender e sustentar seu vício de drogas.

Jaque recebeu voz de prisão e foi levado para a delegacia, onde ficou preso. Segundo a polícia, o acusado teve muita sorte em não ter recebido uma forte descarga elétrica e morrido, pois no horário do furto fazia um mal tempo e caía alguns relâmpagos.

 

Fonte: Rondonia ao vivo

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A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de Urbanismo e Habitação (Semurh), realiza, nesta quinta-feira(24), a partir das 9h, a operação “Para-raios”.
A ação inicia na sede da Blitz Urbana, localizada no bairro Alemanha, e tem como objetivo, fiscalizar a correta utilização do equipamento, obrigatório para prédios a partir de 12 metros de altura ou com mais de três pavimentos.
A operação será deflagrada pela Blitz Urbana, órgão vinculado à Semurh, em parceria com o Corpo de Bombeiros.

Fonte: TV Guará

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A partida entre Rolim de Moura e Genus, marcada para sábado, 1º, foi cancelada por falta de para-raios no estádio Cassolão. A notícia foi confirmada pela Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER), que ainda não divulgou, quando e onde será remarcado o confronto.

Rumores sobre o cancelamento do jogo entre Ariquemes e União Cacoalense também foram divulgados, pelo mesmo motivo, ou seja, por falta de para-raios no estádio Valerião, mas a partida entre as duas equipes está confirmada para sábado, 1º, às 17h30.

 

Fonte: Globo Esporte

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A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta terça-feira (25/02), em primeira discussão, o projeto de lei 2.946/10, de autoria do deputado Edino Fonseca (PEN), que dispõe sobre a proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. Pelo texto, nas edificações com mais de três pavimentos e área superior a setecentos e cinquenta metros quadrados, para fins comerciais, industriais e administrativos, bem como de uso residencial multifamiliar e nas agrícolas, será obrigatória a apresentação, ao órgão responsável pela segurança contra incêndio e pânico, de relatório de verificação de necessidade de sistema de proteção contra raios.
O projeto diz ainda que a concessão de alvará de construção, de carta de habite-se e de alvará de funcionamento fica condicionada à aprovação da documentação citada pelo órgão público competente. Já as edificações que possuírem para-raios radioativos também deverão efetuar sua substituição por outro sistema compatível. O projeto tem por objetivo a melhoria da segurança e qualidade de vida da população. Afinal, nosso país é campeão em descargas atmosféricas e necessita a total proteção contra tais descargas, seguindo as normas técnicas vigentes, justifica o deputado.

 

Fonte: JusBrasil

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Uma tempestade em janeiro mostrou que o sistema precisa ser substituído. Vários raios caíram no mesmo lugar, justamente no topo do cartão postal.

Não dá para falar em carnaval no Rio sem lembrar dos cartões postais cariocas. Um deles fica olhando tudo lá de cima. É o Cristo Redentor, um símbolo da paisagem do Rio de Janeiro. No mês passado, um raio danificou a estátua. Esta semana, começou a reforma, uma reforma nas alturas.

“Meu nome é Jefferson Luiz, eu sou técnico de instalação de sistema de proteção de descarga atmosférica, ou para-raio. Eu subo no Cristo desde 2008. Eu perdi a conta de quantas vezes”, conta Jefferson.
Jefferson vai passar três meses passeando pelo Cristo Redentor. “Quem não queria estar aqui? Todas as pessoas do mundo queriam estar aqui”, ele destaca.

Não é um trabalho para quem tem medo de altura. “Você vê tudo ali, você vê o Rio de Janeiro praticamente inteiro. É lindo demais”, destaca Jefferson Luiz.

O trabalho é difícil e dá um frio na barriga. “Quando eu subo no Cristo eu rezo mais. Eu penso em fazer o serviço o mais rápido possível, com segurança e sair dali”, conta o técnico.

A missão de Jefferson é instalar a nova estrutura dos para-raios da estátua. Uma tempestade em janeiro mostrou que o sistema precisa ser substituído.

A chuva foi rápida, mas assustadora. Em poucas horas, foram 1,1 mil raios na cidade. E não só um, mas vários caíram no mesmo lugar, justamente no topo do Cristo Redentor.

Um deles atingiu em cheio a pontinha da mão direita. Parte do dedo médio ficou destruída. Sentado na estátua, Jefferson consegue ver também o estrago no polegar. “A ponta do dedo dele, muito danificada”, aponta Jefferson.

As obras vão durar de três a quatro meses. O sistema de para-raios ao longo dos braços e na cabeça será ampliado. Os operários também vão refazer o revestimento de pedra sabão dos dedos da mão direita e de uma pontinha na cabeça que também foi atingida por um raio. A reforma vai custar quase R$ 2 milhões e vai ser financiada por uma empresa privada.

O pontapé inicial das obras foi uma benção dada pelo Arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, que acaba de ser nomeado cardeal pelo Papa Francisco.

Os operários vão trabalhar pendurados em cordas de rapel. É preciso muita atenção. Alguns imprevistos são os mesmos de quem trabalha com os pés no chão.

O Cristo Redentor recebe em média 5 mil visitantes por dia. Isso sem contar milhões de pessoas que olham para ele lá debaixo, diariamente.

Difícil não reparar em uma imagem que está sempre de braços abertos para a cidade. Mas muito poucos tem o privilégio de chegar tão pertinho, um deles é o Jefferson. “O Cristo é a coisa mais linda que tem no Rio de Janeiro”, ele destaca.

 

Fonte: G1

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A Empresa Montal Para-raios, comemora este mês de janeiro, 34 anos.
Pioneira em Minas Gerais, foi a primeira empresa do estado a atuar na fabricação de peças e instalação de sistemas de proteção contra a incidência direta das descargas atmosféricas - os para-raios. Além de contar com uma equipe para perfeito atendimento e cumprimento integral da NBR 5419.
E assim segue apostando em especialização, qualidade e rigor técnico, desenvolvendo de forma dinâmica soluções criativas para seus produtos e projetos, aliando praticidade e custo benefício.

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Terça, 21 Janeiro 2014 11:04

Cristo Redentor é atingido por raios.

umas imagens feitas por uma cinegrafista amadora mostram o momento exato em que o Cristo Redentor foi atingido por raio.Um feixe de luz parece descer direto na cabeça da estátua. Dois dedos da mão direita do Cristo já foram danificados po raios. Uma palca atrás da estátua tambem ficou destruída. Os reparos começam na próxima semana.

 

Os raios que atingiram o Cristo Redentor na quinta-feira (16/01/2014) assustaram. Mas são mais comuns do que a gente pensa, segundo especialistas.

 

Somente na quinta-feira (16), caíram mais de 41 mil raios em todo o estado. Na capital fluminense, foram 1.1109.

 

Segundo (Inpe.br) - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais estudo as tempestades no pais durante 3 anos e afirmou que no Brasil caim mais de 50 milhões de raios caem por ano. (fonte Jornal Hoje Globo).

 

Especialistas explicam que a cidade do Rio de Janeiro tem uma combinação de montanhas com grandes concentrações de água, como lagoas, baías, e o mar, que atraem descargas elétricas.


“Está entre as cinco maiores tempestades registradas desde o início do monitoramento em 1999”, disse Osmar Pinto Jr., coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em referência à tempestade de quinta-feira (16/01/2014).

 

Segundo especialistas, a visitação pública em dias de tempestades de raios não é recomendável. De acordo com os responsáveis pelo santuário, toda vez que há a previsão de temporais com descargas elétricas são emitidos avisos e o monumento é fechado.


As imagens registradas nesta sexta (17/01/2014) mostram que, na mão direita da estátua, o raio danificou o polegar do Cristo. O dano fica claro quando comparado à mão esquerda, que tem o polegar intacto.

 

De acordo com padre Omar Raposo, reitor do Santuário do Cristo Redentor, que pela manhã deu entrevista à Rádio Globo contando o estrago provocado pelo raio, o dedo médio da mão direita da estátua já havia sido danificado no temporal que atingiu a cidade em dezembro. “Agora registramos uma avaria mais acentuada em toda a mão”, explicou.


Estoque de pedra sabão
Segundo padre Omar, toda a estátua do Cristo Redentor é revestida de pedra sabão. “Temos um estoque dessa pedra, adquirida da mesma pedreira de Minas Gerais de onde saiu o material na construção original do monumento”. Ele destacou ainda que a estátua passa por reforma permanente e que agora serão contratados restauradores alpinistas para reparar os danos.


Dedo do Cristo Redentor é danificado por raios durante temporal no Rio. 

Dedo médio já estava danificado por raios anteriormente.

 
Na noite desta quinta, uma placa informativa, feita de mármore, também foi danificada pelos raios. “Estamos instalando uma Central Digital que vai substituir as placas informativas, porque sempre temos de trocá-las por causa de raios. A os para-raios funcionam, mas essa proteção atmosférica já não está funcionando satisfatoriamente no Cristo”, avaliou padre.


Ao ser questionado se haveria outro sistema para proteger o monumento de descargas elétricas, Omar negou. “Não existe outra medida. Só rezando mesmo.”


40 mil raios
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em todo o estado do Rio de Janeiro caíram mais de 40 mil raios nesta quinta. O órgão destaca que o monumento do Cristo é atingido, em média, por seis raios a cada ano.

 

(fonte Jornal Hoje Globo

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Quinta, 02 Janeiro 2014 06:08

Feliz Ano Novo

A Montal Para-raios deseja a todos os clientes, parceiro, colaboradores um Ano Novo Próspero.

Que a luz do Novo Ano brilhem e tragam a todos novos DESAFIOS, novos PROJETOS, e muito SUCESSO!!!

 

São os votos,

Montal Para-raios

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